O impacto financeiro do Farelo High Pro na pequena indústria

Você está deixando dinheiro na mesa ao vender farelo 46%. Essa é uma realidade dura, mas necessária, para a indústria de esmagamento de soja no Brasil. Com o mercado cada vez mais exigente, a diferença entre o lucro e o "empatar capital" está na eficiência do processo, especificamente no teor de proteína.

A Matemática do Descasque

A casca da soja representa cerca de 7% a 8% do peso do grão, mas contribui com quase zero de óleo e pouquíssima proteína. Ao processar a soja inteira, você está diluindo a qualidade do seu produto final com fibra inerte.

Ao utilizar um sistema de descasque eficiente, como a linha DSS da MaqLand, você remove essa fibra antes da extrusão e prensagem. O resultado é matemático:

  • Farelo Comum: Soja inteira gera farelo com 45-46% de proteína.
  • Farelo High Pro: Soja descascada gera farelo com 48% a 50% de proteína.

Por que o mercado paga mais?

Fábricas de ração para monogástricos (suínos e aves) e piscicultura exigem alta digestibilidade. A fibra da casca atrapalha a absorção de nutrientes nesses animais. Por isso, o Farelo High Pro é cotado como um produto premium, com ágio sobre o preço da commodity padrão.

Otimização da Prensagem

Além do valor do farelo, existe o ganho no óleo. O "colchão" de fibra formado pela casca dentro da prensa retém óleo. Sem a casca, a prensa trabalha direto no cotilédone (a carne da soja), aumentando a extração mecânica em até 5%. Em uma planta que processa 20 toneladas/dia, isso representa litros de óleo a mais todo dia, sem comprar nenhum grão extra.